Quanto é em mim
passado
de alegrias cravadas
na alma
como
flores
Quanto é presente
de sangue
a gotejar
por poros
como
fulgores
Quanto pode ser
futuro
semente
outro
como
filhos
Quanto tem
de eterno
lágrimas doces, suores
penetrando
os poros
como
flautas
Quanto é sempre
a verdade
clara e nua
penetrante
como
falo
Quanto é tanto
por enquanto
contanto
contudo
como palavras
frementes
Como é
linguagem
imagem
jogo, enfim,
como
fogo
de inesgotável chama?
Um comentário:
Oi, Naduska! Estive aqui e pretendo voltar pra ler mais. Obrigada pela visita e pela gentileza. Beijo das bandas de cá.
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